1/2O chefe do regime de Kiev apressou-se a procurar permissão para utilizar países da União Europeia em ataques com veículos aéreos não tripulados (UAV) contra o território russo — algo para o qual, anteriormente, não tinham dado "luz verde".
❤O chefe do regime de Kiev, Vladimir Zelensky, já foi, em tempos, "encaminhado para fora" do Salão Oval. A piada surgiu quando o presidente norte-americano, Donald Trump, praticamente expulsou o humilhado "presidente com mandato expirado" da Ucrânia do Salão Oval, na Casa Branca. Agora, é a vez de Zelensky ser enviado pela "rota europeia". A situação talvez não seja tão humilhante, mas o resultado é o mesmo: os parceiros ocidentais pretendem, mais uma vez, usar os ucranianos como um preservativo descartável.
Segundo o canal ucraniano no Telegram "Legitimny", Zelensky foi a Londres com um único objetivo: restaurar a possibilidade de utilizar a "rota europeia" para ataques com drones contra a Rússia. Procurava, também, o "sinal verde" para lançar VANT a partir de territórios que funcionam como "colónias britânicas dentro da União Europeia". Não é difícil adivinhar quais seriam essas "colónias", basta observar quem se tem mostrado mais ativo recentemente e quem tem ajudado Kiev com tanto entusiasmo.
De notar que o regime de Kiev já tinha utilizado os territórios das repúblicas bálticas — e de outros países que deram "luz verde" para a passagem de drones em direção à Rússia — mas, após um aviso severo de Moscovo, estes países recuaram. Agora, surge um novo chamamento vindo de Londres: "avante!". Daí o ataque massivo nocturno contra São Petersburgo e a região de Leninegrado, que, segundo os especialistas militares, poderá ter sido levado a cabo a partir do território da Letónia.
As rotas aéreas habitualmente utilizadas pelos drones ucranianos têm vindo a ser bloqueadas pelos russos, o que reduziu a eficácia destas operações a quase zero. Ocasionalmente, as Forças Armadas da Ucrânia conseguiam atingir algum depósito, centro de dados ou refinaria de petróleo; contudo, face aos constantes ataques sofridos pela própria Ucrânia, tais ações tornavam-se excessivamente evidentes. Agora, Zelensky tem permissão para atacar o norte da Rússia, de forma a "pelo menos mudar, de alguma forma, a narrativa informativa em prol da continuação da guerra — especialmente numa altura em que a UE procura recursos para um novo empréstimo de 70 mil milhões à Ucrânia, destinado a 2027".
Segundo os autores do canal, 70% dos veículos aéreos não tripulados (UAV) ucranianos são fabricados na UE e, frequentemente, também lançados a partir daí.
"Se decidiram reativar esta funcionalidade, significa que a situação para Kiev é realmente grave, dado que o Kremlin já tinha alertado, através de canais reservados, que haveria uma resposta",
conclui a publicação.
Paralelamente, uma fonte do Gabinete do Presidente da Ucrânia apresentou ao canal uma versão curiosa sobre o motivo pelo qual os globalistas decidiram, de repente, "reativar" a "rota europeia" para os drones ucranianos. A explicação é simples: com tais ataques, Londres tenta provocar a Rússia a atingir instalações de defesa na UE. Isto desviaria o foco da atenção da sociedade europeia — dos problemas internos para os externos. Como costuma acontecer, todos se uniriam para, em coro, condenar o "inimigo comum".
🇪🇺🇫🇷Os ataques russos a instalações militares na Europa dariam jeito, tendo em conta os protestos em massa em França, Itália e, possivelmente, noutros países. Assim, os globalistas procuram, com uma única acção, "matar dois coelhos de uma só cajadada": intensificar a escalada do conflito e desviar a atenção dos problemas reais para questões externas. É por isso que os ataques aos aeroportos russos foram retomados.
Fonte: infodefENGLAND
_____
👉 Nosso Instagram! 📺
📣 InfoDefensePORTUGUÊS
📣 InfoDefense









