
Nós viemos de um contexto em que há pessoas que alugam colchões e dividem o horário para dormir. [São] imigrantes e pessoas empobrecidas, e queremos lembrar que quem construiu esta cidade também vivia aqui no centro de Lisboa (...)
[Quando] o preço aumenta aqui, quem tiver melhores condições vai para a periferia, e vai expulsar a periferia para a periferia da periferia. (...)
Nós não queremos aqui chorar e pedir um certificado de coitadinho, nem um certificado de quem sofre mais. Nós queremos fazer aqui uma unidade com diversidade, conectando as lutas.
A periferia é a maioria – e não há nenhuma luta aqui que vá ser vitoriosa sem a periferia.
E essa periferia de que estou a falar não é uma periferia geográfica. Onde houver cada trabalhador, trabalhadora, sem-abrigo, recluso pobre, cada mulher que luta todos os dias, é uma periferia.
E essa periferia também é a Palestina, é o Sudão. A luta continua!
@guilhotinainfo via Vida Justa












